“[Há] tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou” (Ec 3.2)
Ninguém pode dizer para a morte: “Venha outra hora, no momento estou ocupado”. Como não podemos evitar o vento nem mudar a sua direção, também não podemos evitar a morte e deixá-la para outro dia.
Diante de um falecimento, deveríamos ficar menos espantados. E pela certeza de que um dia vamos morrer, deveríamos viver de forma mais prudente. Sobre isso, alguém afirmou:
“As pessoas tratam a morte como uma surpresa inesperada, o que faz com que vivam a vida de forma desatenta.”
A nossa tendência natural é viver de forma despreocupada, como se o fim da vida fosse algo distante ou não fôssemos morrer. Vivemos sem tomar cuidados, não praticando o que é correto como deveríamos e gastando a vida com coisas pequenas e ruins. Steve Jobs disse:
“Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões.”
Em vez de a morte nos causar medo, surpresa e espanto, ela deve produzir em nós o desejo de viver com responsabilidade. A certeza de nossa finitude deve nos levar a viver com atenção e cuidado no caminho. Podemos doar mais do que acumular, sorrir e brincar mais do que murmurar e chorar. A melhor forma de nos prepararmos para a morte aproveitar os dias de vida com justiça, verdade e amor às pessoas.
Fonte: "Presente Diário"
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